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24 HORAS A CORRER MEM MARTINS

12-04-2022 11:13

Diploma_38-1.pdf (113,9 kB)

Avicii, Calvin Harris, Kygo, Alok, Robin Schulz, David Guetta, Gryffin - Summer Vibes Mix #23

08-04-2022 14:23

www.youtube.com/watch?v=-vi0HqOeDKk


 

 

Monstros Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore

07-04-2022 11:13

cinemas.nos.pt/Filmes/Pages/monstros-fantasticos-os-segredos-de-dumbledore-atmos.aspx

Sabe qual é o país europeu mais curioso relativamente às criptomoedas?

06-04-2022 11:05

Apesar de a Europa ser um continente que está atrasado em relação à média global de adoção de criptomoedas, é um país europeu que ocupa o primeiro lugar dos mais curiosos do mundo sobre estes ativos.

Esta é uma das muitas conclusões de um estudo realizado pela plataforma de criptomoedas Gemini, acrescentando que a percentagem de europeus que já adotaram estes ativos é de 17%, valor abaixo da média global de 23%.

A adoção por parte dos cidadãos norte-americanos é de 18% e na Austrália é 20%, ficando ambos também abaixo da média global.

Num estudo que compreendeu as respostas de 29.293 adultos de 20 países sobre a conscientização sobre criptomoedas e as motivações dos cidadãos para as adquirirem e negociarem com elas, a Irlanda foi o que teve o maior número de curiosos nestes ativos.

58% dos inquiridos do país disse estar interessado em aprender mais sobre o tema ou que provavelmente vai comprar criptomoedas nos próximos 12 meses. Na Alemanha e no Reino Unido, os valores foram de 53% e 49%, respetivamente.

Os restantes países europeus que entraram no estudo foram a Dinamarca, França e a Noruega.

Em relação ao início do investimento destes ativos, o ano passado foi um ano positivo. O estudo da Gemini concluiu que, a nível global, 41% dos proprietários fizeram a primeira compra em 2021, um valor apenas ligeiramente acima dos 40% na Europa.

Para os que não têm criptomoedas na Europa, as razões são a segurança e o desconhecimento relativamente a como as comprar ou manter, com valores de 35% e 34%, respetivamente. A falta de confiança nestes ativos também teve um peso de 33% para os europeus.

No futuro, o mercado das criptomoedas pode ser mais lento na Europa este ano, pois apenas 7% dos europeus que ainda não tinham disseram estar a planear comprá-las.

IN SAPO

 

Comprovativo de morada

05-04-2022 12:04

São vários os serviços que, para se aderir, é-nos solicitado um comprovativo de morada. Normalmente fornecemos uma cópia da fatura da água ou da energia, mas há uma forma mais simples e prática.

Usando a app id.gov.pt, pode facilmente partilhar um comprovativo de morada, até com a respetiva assinatura do titular.


 

A app id.gov.pt permite exportar os dados de cada documento para um ficheiro PDF respetivo. Desta forma, irá criar uma certidão digital, que poderá partilhar com terceiros, por e-mail ou por outros canais. Poderá, por exemplo, enviar uma certidão digital dos dados do seu Cartão de Cidadão para comprovar a sua morada.

A certidão digital em ficheiro PDF fica automaticamente assinada com assinatura digital qualificada, reconhecida e certificada pelo Estado Português e pelo Regulamento 910/2014 da União Europeia.

 

Como emitir um comprovativo de morada através do seu CC?

O processo é relativamente simples. Com a app id.gov.pt basta que adicione o cartão de cidadão e depois use a opção de exportar. Ao exportar, deve ativar a opção morada. O resultado final será um documento com a morada e mais alguns dados.

 

A app id.gov.pt funciona em modo offline (sem ligação à internet) ou online. Em modo offline é apenas possível consultar os dados dos documentos digitais guardados na app.

A app id.gov.pt é válida em Portugal. Em outros países da União Europeia poderá utilizar as certidões digitais criadas a partir da app para comprovar os dados dos seus documentos.


IN SAPO

Presidente alemão reconhece "erro" no apoio ao gasoduto com Rússia

04-04-2022 22:05

Presidente alemão reconhece "erro" no apoio ao gasoduto com Rússia

O presidente alemão, Frank Walter Steinmeier, admitiu hoje um "erro" de avaliação, por ter defendido a necessidade de realizar o gasoduto germano-russo Nord Stream 2 quando foi ministro dos Negócios Estrangeiros.
Presidente alemão reconhece
 

"Foi claramente um erro", disse Steinmeier, segundo fontes presidenciais citadas pela televisão pública alemã ARD, após críticas da Ucrânia e da Polónia à gestão do político e da ex-chanceler Angela Merkel.

Steinmeier foi ministro da Chancelaria do governo social-democrata de Gerhard Schröder, entre 1999 e 2005.

Foi mais tarde ministro dos Negócios Estrangeiros da conservadora Merkel, entre 2005 e 2009 e depois entre 2013 e 2017, antes de se tornar presidente do país.

No primeiro mandato, o então chanceler Schröder e o aliado político deste, o Presidente russo Vladimir Putin, assinaram o acordo para a construção do primeiro gasoduto, que entrou em operação em 2011.

Depois de Merkel chegar ao poder em 2005, Schröder assumiu o conselho da empresa responsável pelo gasoduto, Nord-Stream, cargo que mantém apesar da pressão atual para romper com Putin.

Em 2011, após a entrada em operação do primeiro gasoduto, foi acordada a construção do Nord Stream 2, para aumentar o transporte direto de gás russo para a Alemanha, através do Báltico.

Esse segundo projeto continuou apesar da anexação da Crimeia, em 2014, por decisão de Merkel e dos parceiros no governo na época, os social-democratas de Steinmeier.

 

O atual chanceler, o social-democrata Olaf Scholz, suspendeu finalmente a licença para o início de atividade do Nord Stream 2 no dia seguinte à invasão russa da Ucrânia, em 24 de fevereiro, após fortes pressões e críticas à posição muito fraca em relação a Moscovo.

A Alemanha rejeitou categoricamente a possibilidade de declarar um embargo às importações de petróleo, gás e carvão da Rússia por causa da forte dependência de Moscovo para energia.

A Ucrânia criticou a posição, e o Presidente Volodymyr Zelensky, desafiou no domingo Merkel a "visitar Bucha" para ver no terreno as atrocidades cometidas pelas tropas russas naquela cidade.

IN SAPO

O Governo polaco também pediu a Berlim que endureça as sanções contra a Rússia e interrompa as importações de gás, petróleo e carvão russos.


 

 

Alemanha pede reforço das sanções económicas contra a Rússia

03-04-2022 14:46

O ministro da Economia alemão pediu o reforço das sanções económicas contra a Rússia, após um “terrível crime de guerra” em Boutcha. Presidente do Conselho Europeu diz que estão "a caminho".

O ministro da Economia da Alemanha, Robert Habeck, pediu este domingo o reforço das sanções económicas contra a Rússia, após um “terrível crime de guerra” que ocorreu em Boutcha, na Ucrânia.

No sábado, foram descobertos vários cadáveres em Boutcha, uma cidade no noroeste de Kiev, que foi, recentemente, recuperada aos russos.

 

“Este terrível crime de guerra não pode ficar sem resposta”, defendeu Robert Habeck, em declarações ao jornal alemão Bild. Perante isto, o ministro da Economia pediu o “fortalecimento” das sanções económicas da União Europeia contra a Rússia.

A Rússia lançou em 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que matou pelo menos 1.325 civis, incluindo 120 crianças, e feriu 2.017, entre os quais 168 menores, segundo os mais recentes dados da ONU, que alerta para a probabilidade de o número real de vítimas civis ser muito maior.

A guerra provocou a fuga de mais de 10 milhões de pessoas, incluindo mais de 4,1 milhões de refugiados em países vizinhos e cerca de 6,5 milhões de deslocados internos.

A ONU estima que cerca de 13 milhões de pessoas necessitam de assistência humanitária na Ucrânia.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas e políticas a Moscovo.

IN SAPO

 

 

ARTIGO DE OPINIÃO

02-04-2022 17:09

www.publico.pt/2022/03/22/opiniao/opiniao/inicio-nova-devemos-intervir-ucrania-1999629

Ucrânia: Quebra prevista na produção de cereais coloca em risco alimentação mundial

01-04-2022 14:57
Com os terrenos de cultivo arrasados pelas bombas e os agricultores mobilizados para a guerra, a invasão russa pode reduzir para metade a colheita de cereais na Ucrânia, fundamental para a alimentação mundial, alertou esta quinta-feira o governo ucraniano.
Ucrânia: Quebra prevista na produção de cereais coloca em risco alimentação mundial

 

A Ucrânia colheu no ano passado 106 milhões de toneladas de cereais, um recorde absoluto que este ano deve diminuir entre 25% a 50%, referiu o ministro da Agricultura ucraniano, em entrevista à agência France Presse (AFP).

De resto, este é, segundo Mykola Solsky, um “prognóstico otimista”.

A invasão russa da Ucrânia, lançada a 24 de fevereiro, virou a indústria agrícola daquele país de ‘pernas para o ar’, na altura em que esta antiga república soviética, famosa pelos seus solos negros muito férteis, era o quarto maior exportador mundial de milho e estava a caminho de se tornar o terceiro maior exportador de trigo.

Parte das regiões com solo fértil, especialmente no sul, como Kherson, Zaporozhye ou Odessa, estão a ser atormentadas por hostilidades.

Um dos problemas é a ida de muitos agricultores para o Exército, ou para a defesa territorial, que cria uma escassez de mão-de-obra, refere o ministro.

Por isso, o governo procura criar um "sistema de isenções temporárias" que permite aos trabalhadores não serem mobilizados para o campo de batalha.

Apesar da guerra, os ucranianos já começaram a semear trigo, cevada, aveia, girassol ou soja, mas a mudança da situação no terreno está a obrigar as quintas e as autoridades a improvisarem.

 
“Não sabemos quais culturas serão plantadas (...) Cada agricultor ou quinta tomará a sua decisão com base na disponibilidade de sementes, fertilizantes, pesticidas e combustível”, explica Mykola Solsky.

A falta de combustível é outra das dores de cabeça principais, visto que antes do conflito este era entregue principalmente pela Rússia e Bielorrússia, bem como através de portos marítimos cujo acesso está hoje bloqueado pelas forças russas.

As últimas semanas têm piorado este cenário, porque Moscovo tem procurado atingir vários grandes depósitos de combustível, principalmente no oeste do país, que até então tinha sido relativamente poupado.

"O inimigo dirige cinicamente os seus ataques contra os depósitos de combustível, sabendo que estamos a preparar-nos para a campanha de sementeira, para impedi-la", acusa o ministro.

Solsky garante que “estão a caminho” novos fornecimentos, mas não adianta detalhes.

O governo está ainda "a trabalhar para aumentar a capacidade de exportação", nomeadamente com a ajuda dos caminhos-de-ferro, assegura.

A Ucrânia tem reservas suficientes para alimentar a sua própria população, que antes da guerra era de cerca de 40 milhões de pessoas.

Esta autossuficiência foi garantida, especialmente porque o governo proibiu ou limitou a exportação de muitos produtos alimentícios, como trigo, açúcar, aveia, carne bovina ou aves.

Mas as exportações, cruciais para a balança económica do país mas também para a alimentação mundial, deverão ser afetadas.

A Rússia foi acusada na terça-feira, perante o Conselho de Segurança da ONU, de criar, através da sua ofensiva militar contra a Ucrânia, uma crise alimentar mundial que pode ter repercussões em particular no norte da África e no Médio Oriente.

 

IN SAPO


 


 

 

Putin desinformado e sabotado pelos próprios soldados na guerra na Ucrânia. E agora?

31-03-2022 15:07
A guerra na Ucrânia continua o seu curso, entre ataques e conversações com vista a um acordo de paz. Contudo, há quem diga que Vladimir Putin não sabe tudo o que se passa com o seu exército — e prova disso parece ser o facto de haver soldados russos a desobedecer a ordens e a sabotar o próprio equipamento. Com tudo isto, para onde caminha o conflito?
Putin desinformado e sabotado pelos próprios soldados na guerra na Ucrânia. E agora?

 

Os serviços secretos norte-americanos, de acordo com vários funcionários, mostram o que parece ser uma tensão crescente entre o presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o seu Ministério da Defesa — inclusive com o Ministro Sergei Shoigu, que em tempos esteve entre os membros mais confiáveis do círculo interno do Kremlin.

Segundo o The New York Times, o secretário de Estado Antony J. Blinken reconheceu em Argel que Putin não estava a receber todas as informações por parte dos seus conselheiros.

 

"Um dos calcanhares de Aquiles das autocracias é que não existem pessoas nesses sistemas que tenham a capacidade de dizer a verdade ao poder", disse. "Penso que isso é algo que estamos a ver na Rússia".

Numa conferência de imprensa na quarta-feira à tarde, o porta-voz do Pentágono, John Kirby, também afirmou que o presidente russo não foi totalmente informado pelo Ministério da Defesa sobre os fracassos do seu exército na Ucrânia durante o último mês.

"Se Putin está mal informado ou desinformado sobre o que se passa dentro da Ucrânia, é o seu exército, é a sua guerra, ele escolheu-a", disse.

Para Kirby, esta é uma situação "desconfortável" porque o facto de haver um presidente desinformado — que talvez não compreenda "totalmente o grau de falha das suas forças" — pode resultar num esforço "menos fiel" para pôr fim ao conflito através de negociações de paz.

Além disso, também "não se sabe como é que um líder como ele vai reagir se receber más notícias", acrescentou.

Por outro lado, os serviços secretos afirmaram ainda que os conselheiros de Putin estão demasiado assustados para lhe dizerem quão mal a guerra na Ucrânia está a decorrer, bem como para falar do impacto total das sanções na economia russa.

Assim, alguns oficiais norte-americanos acreditam que os altos funcionários russos estão cautelosos em transmitir avaliações verdadeiras ao presidente russo — potencialmente receosos de que os mensageiros de más notícias sejam responsabilizados pelas falhas no campo de batalha.

Pelo meio das aparentes falhas, de recordar que as forças russas anunciaram uma mudança na sua postura em torno de Kiev, a capital ucraniana, esta terça-feira. Mas os funcionários americanos manifestaram também o seu cepticismo quanto ao facto de a Rússia estar a parar os seus ataques como um gesto de paz.

Em vez disso, alguns acreditam que os movimentos são mais um sinal de que a Rússia está a ajustar a sua estratégia falhada. Também é possível que a estratégia de mudança seja um sinal de disfunção e falha de comunicação nas fileiras superiores do Ministério da Defesa russo.

O impacto da guerra nos soldados russos

Ainda sobre o exército, um responsável dos serviços de informação do Reino Unido disse esta quinta-feira que há soldados russos desmoralizados na Ucrânia a desobedecer a ordens e a sabotar o próprio equipamento, tendo abatido acidentalmente um dos seus aviões.

Jeremy Fleming, que dirige a agência de espionagem eletrónica GCHQ, fez estas declarações na capital australiana, Camberra.

O presidente russo, Vladimir Putin, aparentemente "julgou substancialmente mal" a invasão, disse.

"É evidente que ele julgou mal a resistência do povo ucraniano. Ele subestimou a força da coligação que as suas ações iriam galvanizar. Subestimou as consequências económicas do regime de sanções, e sobrestimou as capacidades dos seus militares para assegurar uma vitória rápida", defendeu.

"Vimos soldados russos, com falta de armas e moral, recusarem-se a cumprir ordens, sabotarem o próprio equipamento e até a abaterem acidentalmente um dos seus aviões", acrescentou.

Fleming elogiou a "operação de informação" do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, por ser altamente eficaz na luta contra a campanha maciça de desinformação da Rússia.

Embora houvesse expectativas de que a Rússia ia lançar um grande ataque cibernético como parte da campanha militar, Fleming disse que tal movimento nunca foi uma parte central da estratégia padrão de Moscovo para a guerra.

Por outro lado, o Ministério da Defesa do Reino Unido divulgou, num relatório dos serviços secretos, que as unidades russas, que sofreram grandes perdas, foram forçadas a regressar à Bielorrússia e à Rússia para se reorganizarem e reabastecerem.

Assim, é referido que "esta atividade está a colocar mais pressão sobre a já tensa logística russa e demonstra as dificuldades que a Rússia está a ter na reorganização das suas unidades em áreas futuras dentro da Ucrânia", acrescentando que "é provável que a Rússia continue a compensar a sua reduzida capacidade de manobra terrestre através da artilharia de massa e de ataques com mísseis".

"O foco declarado da Rússia numa ofensiva em Donetsk e Luhansk é provavelmente uma admissão de que está a lutar para sustentar mais do que um eixo de avanço significativo", foi ainda acrescentado.

Afinal há possibilidade de um acordo?

A Ucrânia tem vindo a insistir esta semana que um acordo com a Rússia apenas será possível após a retirada das suas tropas, enquanto o Kremlin avisou Kiev de que o estatuto de independência da Crimeia e das repúblicas separatistas é intocável.

Mykhailo Podolyak, conselheiro do presidente da Ucrânia que tem participado nas negociações entre os dois países, adiantou que as forças russas devem retirar para as suas posições antes da invasão de 24 de fevereiro para abrir caminho a um acordo de paz que venha a ser colocado a referendo nacional.

O alegado recuo não convence o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, que disse hoje que não acredita em nenhuma “frase bonita” por parte da Rússia sobre uma desescalada militar.

“Não acreditamos em ninguém, nem numa única frase bonita”, atirou o chefe de Estado da Ucrânia numa mensagem de vídeo, em reação ao anúncio de Moscovo na terça-feira, que assegurou uma redução das ações militares no oeste ucraniano, em particular nas proximidades de Kiev. Volodymyr Zelensky alertou que há “uma situação real no campo de batalha” e garantiu ainda que a Ucrânia não irá desistir de “lutar por cada metro” do seu território.

Do lado de Moscovo, o negociador-chefe da delegação russa, Vladimir Medinsky, já avisou a Ucrânia de que para o Presidente Vladimir Putin o estatuto de independência das autoproclamadas repúblicas de Donetsk e de Lugansk, de separatistas pró-russos, na região de Donbass, bem como da península da Crimeia (anexada pela Rússia em 2014), são intocáveis.

“Quero sublinhar que a posição de princípio do nosso país em relação à Crimeia e ao Donbass permanece inalterada”, disse Medinsky, numa entrevista à televisão pública russa.

Na terça-feira, Zelensky disse que as negociações russo-ucranianas estavam a decorrer num tom positivo, mas manteve que “a soberania e a integridade territorial da Ucrânia deveriam sempre ser garantidas”.

Putin reconheceu a independência das repúblicas populares de Donetsk e Lugansk dias antes de invadir a Ucrânia, alegadamente porque as autoridades dos territórios ucranianos separatistas pediram ajuda a Moscovo face às agressões do Governo de Kiev.

Apesar destas divergências, Medinsky sublinhou após a quinta ronda de negociações em Istambul que, “pela primeira vez em muitos anos, as autoridades de Kiev expressaram a sua disposição de chegar a um acordo com a Rússia”.

“A Ucrânia está disposta a cumprir as principais exigências colocadas pela Rússia nos últimos anos”, disse o negociador russo, referindo-se à renúncia da Ucrânia em entrar na NATO, possuir, adquirir ou desenvolver armas nucleares ou outras armas de destruição em massa, e receber bases ou contingentes militares estrangeiros.

“Se estas exigências forem atendidas, então a ameaça de criação no território ucraniano de uma plataforma da NATO ficará afastada”, concluiu Medinsky.

Entretanto, os serviços de inteligência britânicos, que têm feito uma análise regular das movimentações das tropas no terreno, referem esta quinta-feira que, "apesar de a Rússia indicar a intenção de reduzir a atividade militar em torno de Chernihiv, bombardeamentos significativos continuam a ter lugar".

As forças russas "continuam a manter posições a este e oeste de Kiev, apesar da retirada de um número limitado de unidades. É expectável que fortes combates tenham lugar nos subúrbios da cidade nos próximos dias", nota.

Também em Mariupol se continuam a registar "fortes combates", uma vez que a localidade permanece como "um objetivo-chave" para Moscovo. Ainda assim, as forças ucranianas "mantêm o controlo do centro da cidade". Hoje, Kiev enviou 45 autocarros para tirar civis de Mariupol, uma das zonas mas fustigadas neste conflito.

IN SAPO


 


 

 

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